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Aprenda chinês prático através de situações cotidianas

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Teste de Nível / Proficiência de Mandarim

Estamos oferecendo um teste padrão desenvolvido para estrangeiros aprendendo mandarim.

Este teste foi desenvolvido para alunos saberem qual seu nível de proficiência.

Há 4 níveis: Iniciante, Básico, Intermediário e Avançado.

Ao passar o teste, providenciamos um certificado que poderá ser utilizado como prova de proficiência.

Para mais informações:

(011) 5572-0379   ou  institutomandarim@institutomandarim.net

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Mensagem escrita postada por institutomandarim em agosto 6, 2009

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Animação – Arte da Escrita Chinesa

Todos os desenhos são representados por ideogramas e pictogramas chineses. Animação feita por Yu Ji.

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Mensagem escrita postada por institutomandarim em janeiro 23, 2009

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Importância do Mandarim

Por que aprender mandarim?

Em 1989, o Prêmio Nobel recompensou o doutor José Camilo Cela pelo que ele disse publicamente em relação ao nosso futuro. Os idiomas inglês, mandarim, espanhol e árabe serão as principais línguas no mundo; e um famoso lingüista holandês Windson Lei disse que cem anos depois, o inglês, o mandarim e espanhol serão os únicos a serem mais utilizados no mundo.

A razão pela qual precisamos aprender mais línguas está no fato de podermos assimilar o conhecimento de uma cultura diferente, de modo que tenhamos mais capacidade de desfrutar de nossas vidas. Antes de você aprender uma língua, você deve compreender a cultura dela e seu respectivo arsenal lingüístico. A língua chinesa normalmente é denominada “mandarim”, porque foi a língua oficial na Dinastia Chin. Os ideogramas chineses são constituídos por seis formas:

1) Pictografia, também conhecida como “forma na natureza”, por exemplo, ?” (boca) era escrita assim: “ ”.

2) Conhecimento pela visão ideográfica, já que entender seu significado implica em captar os objetos abstratos e invisíveis, por exemplo, “ ”(base) que possui raiz sob o chão, significa “base”.

3) Ideografia, que consiste na combinação de duas palavras para formar um único significado. Por exemplo, “?” (amigo), cujo desenho “ ”quer dizer “duas mãos juntas”, isto é, significando cooperação.

4) Extensão figurativa. Com os mesmos radicais ou sons podem-se gerar sentidos distintos. Por exemplo, “ ”, e “ ” têm o mesmo radical “ ”, mas ambos têm sentidos diferentes.

5) Fonética determinativa. Quando uma palavra possui uma parte derivada da pictografia e a outra parte formada pelo som, por exemplo “ ” (rio). A palavra tem uma parte “ ? ”que quer dizer “água” e “ ? ” que determina o som fonético “ke”.

6) Construção de uma palavra nova. Por exemplo, um caracter sob uma categoria é usada com o sentido que foi emprestado de um outro som. A palavra “ ” cujo sentido original é cereal “ ”, depois foi transformada em “ ” (ir e vir).

Como sabemos, a população chinesa é composta pelos Han, Maan (também chamada Maan Chu), Meeng (Mongol), Hwei, Tzang (também chamada Tibet), Miau. Todos juntos formam um único país. O povo Maan adora cultura chinesa, entrou no território chinês pelo castelo Shanghai, no extremo oriental da Grande Muralha e construiu a dinastia Chin ao longo de 267 anos (1644-1911). O fundador Cheng Ji Shi da dinastia Yuan veio da Mongólia e entrou no território chinês para conquistar o império Song ao longo de 289 anos (1279-1368). Durante a dinastia Han, o povo Huns (também conhecido como húngaro) entrou na China duas vezes, a primeira na Dinastia Chiao durante 25 anos (304-329) e a segunda na Dinastia Liang ao longo de 38 anos, num total de 63 anos.

Por isso, o povo Huns também ama profundamente e respeita intensamente a cultura chinesa. A história chinesa é extensa no tempo chegando a quase 6000 anos. Sua cultura é profunda e ampla. Oculta um tesouro humano valioso e ilimitado no mundo.

Em todo caso, o aprendizado de mais línguas e culturas sempre é muito importante para a ampliação do conhecimento e do campo de visão em nossas vidas. Além do inglês, atualmente, o mandarim é mais útil para nossas transações econômicas. Se deseja aprendê-lo, esperamos que possamos ajudá-lo na sua realização.

“Não há espaço para hesitação,

hesitação impede sucesso”.

Postado sob Cultura Tradicional Chinesa

Medicina Chinesa

Medicina Chinesa

Medicina Chinesa

Um manequim de bronze utilizado para ensinar os pontos de acupuntura no corpo.

A Medicina Chinesa

Visitar uma farmácia chinesa na República da China é como estar dentro de um museu de ciência natural em miniatura. Guardados em filas após filas de gavetas arrumadas estão produtos animais, vegetais e minerais, cada um com uma finalidade específica. Entre sortimento de curiosidades estão o cinabre e o âmbar, para relaxar os nervos; caroço de pêssego e açafrão, para melhorar a circulação do sangue; efedrina chinesa (mahuan) para induzir a transpiração, e ginseng para fortalecer a função cardíaca.

O conteúdo de uma receita de um médico chinês é um processo fascinante de ser assistido. O farmacêutico seleciona alguns ingredientes específicos das centenas em sua estante. Estes são levados pelo paciente para casa, fervidos em uma “sopa” e tomados. Confrontada com uma bebida fumegante, pode-se perguntar qual é a base desta antiga arte médica.

Medicina Chinesa

Cada erva ou mineral é cuidadosamente separado em compartimentos limpos.

A estrutura teórica da medicina chinesa foi estabelecida há mais de dois milênios. Uma grande parte de conhecimento médico antigo é preservada na Cânon Secreto (Nei Ching), pré-Chin (221-207 a.C), um registro abrangente de teorias médicas chinesas daquela época. A dinastia Han (206 a.C. – 220 d.C.) produziu um guia valioso e oficial – até mesmo para os tempos atuais – para o tratamento de enfermidades, o tratado de Doenças Causadas por Fatores Frios(Shang Han Lun) de Chang Chung-ching.

Uma das obras médicas chinesas mais conhecidas é a Matéria Medica(Pen Tsao Kang Mu), compilada na dinastia Mmg (1368 – 1644 d.C.) por Li Shih-chen. Esta obra enciclopédica anunciou uma nova era na história farmacológica mundial; inclui descrições de 1892 tipos diferentes de medicamentos. Estas obras foram traduzidas em várias línguas e exercem uma profunda influência nos países do Leste Asiático e europeus.

O chinês tem um sistema singular de catalogar enfermidades que é completamente divergente de sua contraparte ocidental. A filosofia por detrás da medicina chinesa é que o homem vive entre o céu e a terra, e compreende um universo em miniatura em si mesmo. O material de qual são feitas as coisas vivas é considerado pertencente ao “yin”, o aspecto feminino, passivo e vazante da natureza. As funções vitais das coisas vivas, por outro lado, são consideradas pertencentes ao “yang”, ou masculino. As funções dos seres vivos são descritas em termos dos seguintes cinco centros do corpo: 1. “coração” ou “mente”(sin); refere-se ao “centro de comando” do corpo que se manifesta como consciência e inteligência; 2. “pulmões” ou “sistema respiratório”(fei); este sistema regula as várias funções intrínsecas do corpo, e mantém o equilíbrio cibernético; 3. “fígado”(kan); este termo inclui os membros e tronco, o mecanismo de resposta emocional ao ambiente externo e a ação de órgãos; 4. “baço” ( pi); este órgão regula a distribuição de nutrição pelo corpo, e o metabolismo, trazendo força e vigor para o corpo físico; e 5. “rins” (shen); este refere-se ao sistema para regular o armazenamento de nutrição e o uso da energia; a força da vida humana depende deste sistema. Esta teoria é usada para descrever o sistema de funções do corpo, e como todo é chamado de “fenômenos latentes” (Htsang hsiang).

Medicina Chinesa

Um diagrama de pontos de diagnóstico.

Medicina Chinesa

Uma farmácia chinesa é como um mini museu de ciência natural.

A passagem das estações e mudanças no tempo podem influenciar o corpo humano. Aqueles que têm o efeito mais pronunciado são o vento (feng), o frio (Hhan), o calor (shu), a umidade (shih), a seca (tsao) e o calor interno. Mudanças excessivas ou extraordinárias no tempo danificam o corpo e são identificadas como “seis fatores externos causadores de doenças” (yin). Por outro lado, se o humor do indivíduo muda, como felicidade, raiva, preocupação, melancolia, pesar, medo e surpresa ao extremo, também prejudica a saúde. Estas emoções são chamadas “as sete emoções” (chi ching) da medicina chinesa, os seis fatores externos causadores de doenças interagindo com as sete emoções formam o fundamento teórico da patologia da doença.

Estes modelos teóricos, aliados à “teoria do fenômeno latente”, são usados para analisar a constituição do paciente e sua enfermidade, e para diagnosticar a natureza exata de seu físico geral e a perda psicológica de equilíbrio. Baseado nesta análise, o médico pode prescrever um método para corrigir o desequilíbrio. O objetivo da medicina chinesa é a pessoa, não apenas a enfermidade. No pensamento médico chinês, a enfermidade é só uma manifestação de um desequilíbrio que existe na pessoa como um todo.

De acordo com a lenda chinesa, Shen Nung, o pai chinês da agricultura e líder de um antigo clã, testou em si mesmo, uma por uma, centenas de plantas diferentes para descobrir suas propriedades nutricionais e medicinais. Muitas delas revelaram-se venenosas aos humanos. Durante milênios, os chineses fizeram-se cobaias da mesma forma para continuar testando plantas procurando suas propriedades induzir frio (han), calor (eh), quentura (wen) e frescor (Dliang). Eles classificaram os efeitos medicinais das plantas em várias partes do corpo e então as testaram para determinar sua toxicidade, quais dosagens seriam letais e assim por diante.

Por exemplo, o talo da efedrina é um sudorífico; mas suas raízes, ao contrário, permitem a transpiração. A casca de cássia é quente por natureza e é útil no tratamento de resfriados. A hortelã é refrescante por natureza e é usada para aliviar os sintomas de enfermidades resultantes de fatores de calor. Este acúmulo de experiências fortaleceu o entendimento chinês de fenômenos naturais e aumentou as aplicações de princípios naturais na medicina chinesa. Os mesmos princípios anteriormente descritos também se aplicam para avaliar o ambiente no qual o paciente vive, sua vida, seu ritmo de vida, os alimentos que prefere ou evita, suas relações pessoais, seu idioma e gestos, como uma ferramenta para compreensão de sua enfermidade, e sugerir melhorias em várias áreas. Uma vez que excessos ou desequilíbrios forem identificados, eles podem ser ajustados, e o equilíbrio e a saúde física e mental, restabelecidos. Atingir o equilíbrio no fluxo de energia do corpo é o princípio máximo que norteia o princípio do tratamento médico chinês.

Além da prescrição de medicamentos, a acupuntura é outra ferramenta freqüentemente usada para tratamento na Medicina Chinesa. Sua história antecede a escrita chinesa, mas a acupuntura foi totalmente desenvolvida apenas depois da dinastia Han. Sua base teórica é o ajuste do “c’hi” ou o fluxo de energia da vida. O “c’hi” flui pelo corpo através do sistema de “canais principais e colaterais” (ching luo) do corpo. Em determinados pontos ao longo destes canais as agulhas de acupuntura podem ser inseridas, ou queima-se artemísia chinesa (ai tsao) na pele para ajustar desequilíbrios no fluxo de “c’hi” e concentrar os poderes autocurativos do corpo nos pontos onde são necessários.

Medicina Chinesa

“Observar, ouvir, perguntar e sentir” são os passos do tradicional diagnóstico do pulso.

Em 1980, a Organização Mundial da Saúde publicou uma lista de 43 tipos de patologias que podem ser tratadas efetivamente com acupuntura. O uso de acupuntura como anestesia durante cirurgia ou para partos sem dor não é mais nenhuma novidade. A acupuntura é de simples administração, tem poucos efeitos colaterais, e amplas aplicações. Ela abriu um campo novo e “quente” na pesquisa médica e científica.

Na República da China em Taiwan, o governo investiu grandes esforços na promoção da modernização da medicina chinesa. Como resultado, há atualmente pessoas treinadas tanto nas artes médicas tradicionais chinesas como na moderna ocidental, que fez contribuições recomendáveis para o tratamento de hepatites, pressão alta, câncer e outras doenças que até agora são de difícil tratamento. Na área da farmacologia, pesquisadores têm avaliado a eficácia, analisado, testado e formulado dosagens concentradas de produtos farmacêuticos chineses para uso comercial. As prescrições para estas drogas são mais fáceis de preencher e é muito mais prático para o paciente que o velho método fervente. Na área da ciência básica, a pesquisa moderna está sendo conduzida no campo de diagnose da pulsação. Os três dedos usados no passado para determinar a enfermidade através da tomada de pulso estão sendo substituídos pelos reatores de pressão. O reator de pressão converte as variações na pressão de pulsação em ondas eletromagnéticas e as registra em uma tela. Estes dados são então analisados por um computador. Muitas novas descobertas importantes têm sido feitas por combinações singulares da ciência tradicional e moderna. Na República da China, o casamento da precisão científica moderna com a arte da tradicional medicina chinesa está no limiar de abertura para um mundo totalmente novo de diagnóstico e tratamento médico.

Medicina Chinesa

Receitas de ervas chinesas sào baseadas em avaliações altamente individualizadas do estado geral do paciente.

Medicina Chinesa

Ingredientes raros e incomuns tipificam os medicamentos chineses.

Fonte: Escritório de Informação do Governo. Editor: Chao Yi

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Culinária Chinesa

Culinária Chinesa

A Arte Chinesa de Comer e Beber

O grande Filósofo chinês Lao-Tzu disse um dia: “Governar uma grande nação é como cozinhar um peixe pequeno”. O que ele quis dizer é que ao governar um país, os “temperos” e ajustes certos são necessários para resultados com sucesso. Esta metáfora mostra claramente a posição que a alimentação ocupa na imaginação chinesa.

Culinária Chinesa

Complexas guarnições comestíveis contribuem para o “sabor e aroma” da requintada comida chinesa.

A alimentação chinesa pode ser dividida em estilos de cozinhar do norte e do sul. Em geral, os pratos do norte são oleosos, sem ser enjoativos, e os sabores do vinagre e do alho tendem a ser mais acentuados. As massas desempenham um papel importante na cozinha do norte: talharim, pastéis do tipo ravioli, bolos recheados no vapor, bolinhos de carne, e pão assado no vapor são prazeres favoritos feitos de farinha. As cozinhas de Pequim, Tientsin e Shantung talvez sejam os estilos mais conhecidos da cozinha chinesa do norte.

Os estilos que representam a cozinha do sul são o Szechwan e o Hunan, famosos por seu uso liberal de pimenta; os estilos Kiangsu e Chekiang, os quais enfatizam o frescor e a suavidade; e a comida cantonesa, que tende a ser um pouco doce e bastante variada. O arroz e seus derivados tais como talharim de arroz, bolo de arroz e mingau de arroz são os acompanhamentos usuais do estilo da cozinha do sul. Na cozinha chinesa, a cor, o aroma e o sabor dividem a mesma importância no preparo de cada prato. Normalmente, qualquer entrada combinará de três a cinco cores, selecionadas de ingredientes que sejam de cor verde clara, verde escura, vermelha, amarela, branca, preta ou caramelada. Geralmente, um prato de carne e verduras é preparado com um ingrediente principal e com dois ou três ingredientes secundários de cores contrastantes. Então ele é preparado da maneira apropriada, com temperos e com o molho certo, o que resultará em um prato esteticamente atraente.

Uma elaborada galinha recheada simboliza o tradicional desejo chinês de plenitude e satisfação.

Culinária Chinesa
Culinária Chinesa

Patos gordos, alimentados a força e esperando pelo forno são de dar água na boca.

Um prato aromático abrirá o apetite. Os ingredientes que contribuem para um aroma de dar água na boca são: alho-poró, gengibre fresco, alho, pimenta, vinho, aniz, canela em pau, óleo de gergelim, cogumelos chineses pretos secos, etc. Preservar o frescor, o sabor natural dos ingredientes, e remover os odores indesejáveis de peixes ou da carne de caça, são itens de fundamental importância no preparo de qualquer prato. Na cozinha ocidental, o limão é bastante utilizado para remover

o cheiro de peixe; na cozinha chinesa, o alho poró e o gengibre servem para a mesma finalidade. Molho de soja, açúcar, vinagre e outros temperos enriquecem um prato sem tirar o sabor natural dos ingredientes. Um prato bem preparado será saboroso para aqueles que apreciam sabores fortes, sem excesso de tempero, para aqueles que preferem um gosto suave, doce para aqueles que gostam de doce, e apimentado para aqueles que gostam de um sabor picante. Um prato que é tudo isso para todas essas pessoas é um verdadeiro sucesso.

Culinária Chinesa

Alho-poró, gengibre, pimenta e outros temperos saborosos são indispensáveis na cozinha chinesa.

Cor, aroma e sabor não são os únicos princípios a serem seguidos na cozinha chinesa; é claro que a nutrição vem em primeiro lugar. Uma teoria da “harmonia dos alimentos” pode ser atribuída ao intelectual Yi Yin da dinastia Shang (séc. 16 ao 11 C). Ele relaciona os cinco sabores doce, azedo, amargo, picante e salgado às necessidades nutricionais dos cinco principais sistemas de órgãos do corpo (coração, fígado, baço, pâncreas, pulmões e rins) e enfatiza o seu papel na manutenção da boa saúde física. Na realidade, muitas plantas utilizadas na cozinha chinesa tais como o alho-poró, gengibre fresco, alho, botões secos de margaridas, cogumelos, etc, têm propriedades de prevenção e alívio de várias doenças.

Os chineses têm uma crença tradicional no valor medicinal dos alimentos e que os alimentos e os remédios têm a mesma origem. Este ponto de vista poderia ser considerado o antecessor da ciência nutricional da China. Notável nesta teoria é o conceito segundo o qual uma proporção correta de carne e ingredientes de verduras deveria ser mantida. Um terço dos pratos feitos de carne deveria ser ingredientes de verduras; e um terço dos pratos de verduras deveria ser carne. No preparo de sopas, a quantidade de água deveria totalizar sete-décimos do volume da tigela. Resumindo, as proporções corretas de ingredientes devem ser observadas no preparo de cada prato ou sopa para assegurar o absoluto valor nutricional.

Os chineses têm várias regras e costumes associados ao ato de comer. Por exemplo, deve-se comer sentado; há uma ordem estabelecida de quem pode sentar-se primeiro entre os homens, mulheres, velhos e jovens; e os pratos principais deverão ser consumidos com os palitos e a sopa deverá ser tomada com colher. Os banquetes chineses são preparados num sistema de mesas e cada mesa deverá acomodar entre dez e doze pessoas. Um banquete típico consiste de quatro pratos de entrada, tais como pratos de frios ou hors-d’oeuvres quentes; seis a oito pratos principais; então, um prato saboroso de petiscos e sobremesa. Os métodos de preparo incluem mexidos, cozidos, vapor, fritura-profunda, fritura rápida, fritura de panela, etc. Um prato pode ser saboroso, doce, azedo ou picante. As cores principais de um prato poderão incluir o vermelho, amarelo, verde, branco e a cor de caramelo. As guarnições, tais como tomates cortados ou em forma de escultura, rabanetes chineses brancos, pepinos, etc, poderão ser usadas para aumentar a atração visual de um prato. Todos esses elementos contribuem para fazer da comida chinesa uma verdadeira festa para os olhos e narinas, bem como para o paladar.

A cozinha chinesa oferece satisfação à gustação e visão

Culinária ChinesaCulinária Chinesa

O aspecto de “cor” ou “beleza” da alimentação chinesa estende-se à arrumação da mesa.

Neste mundo cosmopolita, a comida chinesa pode ser encontrada em praticamente todas as importantes – e não tão importantes – cidades do mundo. Contudo, os especialistas tendem a concordar que Taipei é o único lugar do mundo onde se encontra a versão “genuína” de praticamente qualquer versão imaginável de comida chinesa. Na realidade, em qualquer grande cidade ou pequeno vilarejo em Taiwan, não é necessário caminhar muito para encontrar um pequeno restaurante.

Uns poucos passos a mais lhe levarão a um grande e fino restaurante. Mesmo na cozinha caseira, quer seja para as refeições familiares do dia-a-dia, ou para servir convidados, a comida é preparada com sofisticação e variedade. Pratos típicos do norte incluem o pato de Pequim, galinha defumada, rescaldeiro com cordeiro fatiado, postas de peixe ao molho, carne bovina com pimenta verde e escalopes secos com almôndegas de rabanete branco chinês. Exemplos da típica cozinha do sul são o pato defumado com cânfora e chá, galinha assada no sal, presunto no mel, camarão frito, beringela com molho de soja, queijo de soja ao estilo Szechwan… a variedade é interminável. A rápida expansão da indústria e do comércio trouxe uma nova tendência à tradicional comida chinesa: franquias de comida rápida (fast food) chinesa. Ao mesmo tempo, restaurantes servindo comidas de todo o mundo aparecem em todos os lugares em Taipei: hamburger americano, pizza italiana, sashimi japonês, cerveja alemã e queijo suiço, são encontrados facilmente em praticamente toda a cidade. Uma visita a Taipei é uma experiência culinária difícil de se esquecer!

A mistura de muitos alimentos diferentes em uma panela simboliza a unidade da família e a amizade.

Culinária Chinesa

Culinária Chinesa

Presunto coberto com mel: o sanduíche de presunto mais saboroso e elegante do mundo.

Fonte: Escritório de Informação do Governo. Editor: Chao Yi

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Música Tradicional Chinesa

Música Tradicional Chinesa

Música Tradicional Chinesa

O p’i-p’a ou alaúde, representante dos instrumentos chineses “puxadores”

A Música Chinesa

Uma Noite de Lua de Flores no Rio Primavera deixa o ouvinte feliz, como se estivesse a contemplar uma graciosa pintura de paisagem oriental; o Outono Triste faz alguém sentir a tristeza interior de um sombrio dia de outono; Emboscada dos Dez Lados coloca o ouvinte em um trovejante antigo campo de batalha. O Mundo Todo se Regozija leva à alegria da celebração em qualquer pessoa que se deixe envolver em seus ritmos festivos. Estes são exemplos famosos das tradicionais composições musicais chinesas, todas das quais podem transportar o ouvinte para um pleno novo mundo sensorial.

As origens da música chinesa podem ser encontradas na distante antigüidade. Cerca de 3.000 anos atrás, quando a música européia estava apenas começando os seus primeiros sussurros de vida, uma completa teoria musical e sofisticados instrumentos musicais começaram a aparecer na China, principalmente devido à música ritual ortodoxa defendida por Confúcio. Na dinastia Han (206 a.C. -220 d.O, a corte imperial fundou um centro de música que era encarregado de coletar e editar músicas antigas e canções folclóricas. Por causa dos contatos comerciais com a Ásia Central, a música estrangeira entrou na China na forma de, por exemplo, p’i-p’a, ou alaúde, e o hu-ch’in, um violino tocado verticalmente. Influenciados por esta música de origem estrangeira, os compositores da época modificaram e melhoraram a música chinesa. Na época do imperador Hsuan Tsung (713-755 d.C.) da dinastia T’ang; a corte organizou a companhia de canto e danças da Academia Pear Garden, cultivando um grande número de músicos e assim colocando o firme alicerce da música chinesa.

As variações de ritmo, batida, qualidade de tons em embelezamentos na música chinesa são altamente distintas e diferentes de suas contrapartes ocidentais. Isso deve-se principalmente aos singulares sons e estilos de tocar dos tradicionais instrumentos musicais chineses.

As modernas orquestras chinesas tocam uma variedade de canções folclóricas, peças clássicas e composições sinfônicas

Música Tradicional Chinesa

Os instrumentos musicais chineses podem ser divididos em quatro categorias básicas baseadas no método em que são tocados: “sopranos”, “inclinados”, “puxador” e “golpeador” (i.e, percussão). O ti, uma flauta horizontal de madeira, e o mais popular dos instrumentos “soprados”. O ti é feito de um tubo de bambu, tem um som claro, afiado e puro. O famoso compositor da ROC, Ma Shui-lung, certa vez compôs um concerto para í/e para orquestra sinfônica de estilo ocidental. Ao ser executado por uma orquestra sinfônica americana em Taiwan, chineses e estrangeiros se encantaram com o som alto e penetrante do ti , e unanimemente aplaudiram o concerto. Um outro instrumento “soprado”, a flauta pan, ou p’ai-hsiaoé um dos mais antigos instrumentos musicais chineses e é parecido com a sua contraparte ocidental. Devido a sua graciosa forma externa, ele foi escolhido como o emblema da música chinesa da ROC.

A categoria de violinos chineses chamados hu-ch’in inclui instrumentos que têm apenas duas cordas com um arco preso permanentemente entre elas. Eles produzem um tom macio e elegante. O uso de portamento e vibrato pode dar um sentimento de choro ou lamentação. Na moderna orquestra chinesa, o hu-ch’in ocupa uma posição de importância comparável ao violino na orquestra ocidental.

Música Tradicional Chinesa

O hsiao, uma flauta vertical de bambu, folclóricas OS Utilizam bastante.

Há poucos instrumentos de corda “puxados” em uma orques-tra ocidental. Mas devido ao amplo desenvolvimento de instrumentos “puxados” chineses – a China talvez tenha mais espécies destes instrumentos do que qualquer país no mundo -orquestra chinesa modernas e folclóricas os utilizam bastante.

Partituras musicais que sobreviveram os tempos antigos também utilizam instrumentos “puxados”. A p’i-pa é uma representante do instrumento chinês “puxado”. O poeta Pai Chu-i descreveu o timbre e as variações da p’/’-p’acomo “grandes pérolas, pequenas pérolas caindo em um prato de jade”. O ku-cheng, uma cítara de 16 a 20 cordas, atualmente é o mais popular instrumento tradicional chinês “puxado” em Taiwan. Um leve toque produz o som alegre e gracioso da água fluindo.

Na tradicional ópera chinesa, a seção de percussão é conhecida como Wu-ch’ang, literalmente “cena marcial”. O tocador de pan-ku, um pequeno tambor para passar o tempo, dirige o resto da orquestra através de seus diferentes métodos e posições de bater o seu instrumento. Ele tem controle sobre o desenvolvimento geral da ação e criação da atmosfera, e é equivalente ao maestro de uma orquestra do estilo ocidental. Devido à riqueza do timbre e variedade dos instrumentos chineses de percussão, tais instrumentos já são freqüentemente usados em composições musicais de estilo ocidental. Por exemplo, um grande gongo pode criar uma atmosfera imponente e grandiosa; efeitos dramáticos podem ser conseguidos com o tambor t’ang, e o “peixe de madeira” (mu-yü) e o litofone (ch’ing) podem produzir uma atmosfera de mistério.

Música Tradicional Chinesa

Composições modernas para o ku-cheng empregam técnicas tiradas da apresentação de harpa e piano.

O desenvolvimento da tradicional música chinesa na República da China em Taiwan pode ser geralmente dividido em duas categorias. A primeira desenvolvida a partir da música tradicional tocada por grupos folclóricos, geralmente composto por três, cinco ou no máximo dez pessoas. Os artistas são geralmente de idade avançada e tocam mais músicas folclóricas ou temas de tradicionais óperas chinesas. Este tipo de música dá ao ouvinte um bom sentimento pelos ritmos da vida rural chinesa no dia a dia. A versão moderna da “orquestra” chinesa, com dezenas de tipos diferentes de instrumentos chineses, se desenvolve em resposta às mudanças da sociedade. Além de apresentar a tradicional música chinesa, a orquestra chinesa toca versões adaptadas de canções folclóricas com composições sinfônicas clássicas e modernas. Ela é amplamente bem-recebida por jovens amantes de música.

Atualmente há três orquestras profissionais na República da China em Taiwan que fazem apresentações públicas da música chinesa: a Orquestra Municipal de taipei, a Orquestra da Música Chinesa da “Broadcasting Corporation of China” (BBC) e a Orquestra Experimental Chinesa da Academia Nacional de Artes de Taiwan. A maioria dos membros dessas orquestras foi treinado em departamentos de tradicional música chinesa de universidades e faculdades locais. Além do treinamento musical que eles recebem, também estudam a música tradicional sob a direção de experientes artistas. Dessa maneira, eles preservam e passam a tradição para frente enquanto realizam a pesquisa e desenvolvimento musical. Fora das três orquestras profissionais, há mais de 200 orquestras amadoras e escolares. Aulas sobre tradicionais instrumentos musicais chineses são ministradas em escolas elementares, primárias e secundárias, um outro reflexo da popularidade da música chinesa em Taiwan hoje.

Na área da composição, os músicos estão experimentando a incorporação de elementos de outros sistemas musicais e introduzindo inovações criativas enquanto preservam o espírito da música tradicional, dessa forma dando uma toda nova vitalidade à música chinesa.

Música Tradicional Chinesa

O ritual de música antiga chinesa faz a atmosfera para a cerimônia anual em homenagem a Confúcio, no Templo Confuciano em Taipei.

Fonte: Escritório de Informação do Governo. Editor: Chao Yi

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Pintura Chinesa

Pintura Chinesa

Uma obra de P’u Hsin-yu, pintor do fim do período Ch’ing e inicio do período republicano.

Pintura ChinesaPINTURA

A Tradicional Pintura Chinesa

As origens da tradicional pintura chinesa remontam-se a distante história da China. De uma maneira geral, as obras anteriores à dinastia Tang (618-907 D.C.) são principalmente desenhos de pessoas engajadas em várias atividades; esta foi a “era dourada” do desenho de figuras humanas. Durante a primeira metade da dinastia Tang, pinturas de paisagens e de flores e pássaros começaram a ganhar proeminência. Pinturas de montanhas, florestas, campos e jardins conseguem transportar alguém para longe dos problemas do mundo material para um reino calmo e despreocupado. Por este motivo, as pinturas de paisagens sempre foram altamente consideradas pelos literatos e burocratas da China. As flores, gramados, árvores, pedras, pássaros e outros animais representados nas pinturas cheias de vida e energia de flores e pássaros também são amplamente admirados. Assim, as três categorias principais da tradicional pintura chinesa seriam paisagens, flores e pássaros, junto com a antiga pintura da figura humana.

Pintura Chinesa

Inverno, do artista moderno Hsioao Chin-hsing.

As classes dirigentes e de elite das dinastias T’ang e Sung (960-1279 d.C.) foram as principais defensoras da pintura chinesa. O objetivo criativo por detrás das obras artísticas produzidas neste período era mais sério e tinha um significado político e educacional; em estilo, as obras tendiam a ser elaboradas e ornamentadas. A corte da dinastia Sung estabeleceu uma academia de pintura muito bem sistematizada. O imperador Sung Hui Tsung, um amante de finas artes e da pintura, e um artista realizado em seu próprio direito, concedeu patrocínio especial aos pintores nesta academia, e patrocinou o treinamento de pintores promissores. A academia de pintura atingiu o ápice de sua atividade neste período.

Porém, devido a graduais mudanças sociais, econômicas e culturais, um número crescente de homens de letras se iniciou na pintura, e a literatura veio a exercer uma influência crescente na pintura. Na época do famoso poeta Sung, Su Shih (1036-1101 d.C. mais conhecido como Su Tung Po), a escola da “pintura dos literatas” já havia surgido.

Pintura Chinesa

Durante a dinastia Mongol Yuan (1271-1368 d.C), não havia mais nenhuma organização acadêmica de pintura formal dentro do palácio imperial, fazendo decair o estilo de pintura da corte. Nesse ponto, a escola de pintura dos “literatas” entrou para a popularidade e a liderança dos círculos de pintura chinesa caiu nas mãos dos pintores literatas.

Os literatas preferem pintar tipicamente de acordo com sua própria imaginação e sem restrição, e defendem um estilo fresco, livre, suave e elegante. Suas preferências incluem montanhas e rochas, nuvens e água, flores e árvores, os “quatro cavalheiros” (flor de ameixa, orquídeas, bambu e crisântemos) e assim por diante. Devido ao fato de objetos naturais como estes serem temas menos exigentes do que a figura humana em pintura, o pintor pode explorar melhor o potencial de livre expressão de seu pincel e tinta.

Pintura Chinesa

Se a pintura chinesa é “realista” é um assunto de debate freqüente. Alguns podem sentir que ela não é realista, mas tal resposta conta apenas parte da estória. O realismo na pintura chinesa alcançou seu clímax nas pinturas das dinastias Tang e Sung. Contudo, o tipo de “realismo” buscado na pintura chinesa não é uma reflexão objetiva da existência de um objeto percebido através do sentido da visão, mas como uma expressão de um tipo subjetivo de reconhecimento ou insight.

Pintura Chinesa

Uma obra de Chan Ta-ch’ien, famoso mestre da pintura chinesa moderna

Pintura Chinesa

Uma obra de Ou Hao-nien, mestre contemporâneo da aquarela.

Por exemplo, nenhum esforço aberto é feito para representar as sombras lançadas por um tipo particular de iluminação em um determinado lugar e tempo na roupa de pessoas representadas na pintura Che k’an Tu da dinastia Sung e, por esta razão, a pintura não tem um efeito tridimensional claro. Depois que o pintor colocava as linhas no papel, ele usava técnicas de lavagem de aquarela para alcançar um efeito “chiaroscuro” de luz e escuridão, representando as forças do “yin” e “yang”, para expressar sua compreensão da eterna e requintada natureza de seu tema. Um quadro de um agricultor pintado de acordo com os princípios objetivos de perspectiva deveria teoricamente parecer mais longo na frente e mais curto na parte posterior, refletindo a diminuição percebida em tamanho relativo de objetos mais distantes. Mas as extremidades da frente e de trás de um agricultor verdadeiro são iguais em comprimento, e este conhecimento do mundo físico está incorporado na imagem que o pintor Che K’an Tu criou: o agricultor é representado como uma superfície plana com lados iguais em comprimento.

Em outra obra chamada “Imortal Tinta Espirrada”, do artista Liang K’ai da Dinastia Sung, o artista quis retratar não só qualquer homem na rua, mas uma outra reclusão mundana, e assim teria sido impróprio usar um ser humano comum como modelo. As formas altamente incomuns, até mesmo estranhas, nesta pintura, com pinceladas corajosas e desenfreadas, dão o fundo certo para as características deste extraordinário indivíduo. Esta pintura é representante da tradicional escola chinesa de pintura “pinceladas à mão livre”.

O componente fundamental da pintura chinesa é a linha, como na caligrafia chinesa. Por causa desta característica compartilhada, estas duas artes tiveram uma íntima relação mútua desde muito cedo. Na época que as pinturas “literatas” tornaram-se populares na dinastia Yuan, os homens de letras que pintavam colocaram mais esforço para reafirmar o vínculo com a caligrafia chinesa, e conduziram ativamente a tendência para fundir a caligrafia e a pintura. E a íntima relação entre a poesia e a pintura foi formada sob a forte influência da literatura sobre a pintura. Os estadistas-intelecutais e os literatas conduziram a fusão da poesia e da pintura, isto eventualmente se espalhou até a academia de pintura. O Imperador Hui Tsung da dinastia Sung é conhecido por ter usado a poesia para testar as habilidades dos pintores em expressar-se com tinta e papel o mundo encantado criado no verso escrito.

Che K’an Tu, da dinastia Sung, que retrata a estória de um fiel ministro cujo bom conselho foi inicialmente rejeitado por seu imperador.

Pintura Chinesa
Pintura Chinesa

A pintura chinesa procura o realismo enquanto incorpora o subjetivo conhecimento do tema, conforme é mostrado nesta obra de Ho huai-shuo

Com o início da dinastia Sung, um pequeno número de artistas começou a escrever os nomes do doador e receptor da pintura, ou a talhar seus nomes em um canto imperceptível da obra. Quando as pinturas dos “literatas” estava em voga na dinastia Yuan, os homens de letras começaram a adicionar notas pessoais à pintura, ou linhas relacionadas a poesia para exibir sua habilidade de prosa e caligrafia. Esta escrita agora dava um lugar mais proeminente ao trabalho. Neste ponto havia uma nova união de assinaturas, nomes do doador e receptor e notas na pintura ou verso relacionado com a pintura em si. A colocação de nomes talhados também se estabeleceu nesta época. O acréscimo de impressões de nomes talhados, uma arte em si, enriqueceu mais o conteúdo artístico da pintura chinesa.

Desde a virada do século, a República da China tem passado por grandes mudanças políticas, econômicas e culturais, e a arte da pintura não é exceção. Enquanto a tradicional pintura chinesa ainda ocupa um lugar importante na vida do chinês moderno, muitos pintores já desejam expressar suas experiências de novos tempos. Ao combinar novos modos de expressão com as técnicas da tradicional pintura chinesa, eles estão abrindo um vasto e novo mundo de expressão artística.

Fonte: Escritório de Informação do Governo

Editor: Chao Yi

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